terça-feira, 6 de novembro de 2007

Um coqueiro frente ao sol


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Um coqueiro frente ao sol



Se ele nasce ou se põe,
Lá detrás deste coqueiro,
Ao poeta ele propõe,
Um poema aventureiro.

Pelos sonhos do ocaso,
E descobertas da aurora.
Desvendar não por acaso,
Que é o amor que nos aflora.

Alma, mente e coração,
Se unem em multirão...
Espírito, inteligência e corpos,
Se afagam em progressão...

No tesão destas idéias,
E no clamor em ebulição,
Milhões de sensações e azaléias,
Colorem o ferver da paixão!



Nice Aranha
Sereia Noturna
 


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Um comentário:

elischa dewes disse...

É simplesmente lindo ver essa poetisa de grande beleza plástico-lírico-espiritual, dissertando sobre as vicissitudes do amor...
Há que se navegar... penso!
Singrar as ondas que vem e vem sem cessar! Ora cavalgá-las, ora deixar-se estar à deriva... mas sempre em movimento... como uma onda no mar!
Parabéns! linda coletânea!!!

Siga! siga!!

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