domingo, 12 de setembro de 2010

Rever-te



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REVER-TE


Rever-te,
Que sensação tamanha,
Que alegria imensa.

Rever-te,
Sentir-me em teus braços,
Perder-me em teus abraços...

Ah, rever-te,
E sentir como a vez primeira,
Ser do amor fiel prisioneira.

Ah, rever-te,
Dançando assim colados,
Juntos, sempre enamorados.

Sim, amor, rever-te,
A cada dia, a cada instante,
Rever-te sempre radiante.

É amor, rever-te,
Rever-te com toda a intensidade,
Hoje e sempre por toda eternidade.


Nice Aranha
Sereia Noturna



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Um comentário:

Clarice * Ayla disse...

Enquanto lia seu poema, pensava no sentido do rever... E me veio a ideia de que para rever, não precisa haver separação.
Cada pessoa é um "outro", que apesar de ser o mesmo, se renova e se transforma com as experiencias do dia a dia. Como nós próprios evoluimos, crescemos...
Então, temos que a cada instante olhar com olhos renovados, re-ver... re-amar, re-admirar, re-optar... e confirmar a felicidade.
Lindo blog.
Parabéns.